quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

FOLGUEDOS ALAGOANOS



 FOLCLORE:  FOLK – POVO, LORE -POPULAR (SABER POPULAR)
                       Dia do Folclore 22 de agosto.
                       Contos – Narrativas orais.
                       Mitos – contos do mundo sobrenatural.
                       Lendas – Contos baseados em fatos reais.
                       Adivinhações – O que é,  o que é…
                       Parlendas – Amanhã e domingo pé de cachimbo e outros.
                       Canções – Cantiga de viola, cantiga de roda.
                       Danças – Ciranda, Roda, Coco
                       Folguedos – Pastoril, guerreiro, fandango e outros

FOLGUEDOS ALAGOANOS  NATALINOS
                              REISADO – Auto popular profano-religioso, formado por grupos de músicos, cantores e dançarinos que vão de porta em porta, no período de 24 de dezembro a 06 de janeiro, anunciar a chegada do Messias.
                              GUERREIRO – Grupo multicolorido de dançadores e cantadores, semelhantes aos Reisados, mas com maior número de figurantes e episódios, maior riqueza nos trajes e enfeites.
                              BUMBA-MEU-BOI – Auto popular de temática pastoril que tem na figura do boi o personagem principal.
                             CHEGANÇA – Auto de temática marítima versando temas vinculados  à vida no mar, às dificuldades como tempestade, contrabando, briga entre marujos e ainda as lutas entre cristãos e mouros.
                              FANDANGO – Auto de assunto marítimo que corresponde à Marujada e a Nau Catarineta de outros Estados brasileiros. Nao possui um enredo ordenado e lógico.
                               MARUJADA -  Por ser variante do Fandango, possui origem lusitana misturada a outras culturas que marcaram presença na Península Ibérica
                               PRESÉPIO – Auto apresentado em três atos, que versa sobre o nascimento de Jesus Cristo. Origina-se  dos antigos autos portugueses.
                               PASTORIL – É constituído apenas por jornadas soltas, canções e danças religiosas, e da disputa entre o cravo e a rosa. Vem do presépio.
                               MARACATU -  Já foi chamado de candomblé de rua porque é um grupo de adeptos das religiões afro-brasileiras que saem às ruas para fazer saudações dos orixás.
TAIEIRAS – Dança-cortejo, de caráter afro-religioso, que faz louvação a São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, padroeira dos pretos.
                               BAIANAS -Grupos de dançadores trajados com vestes convencionais de baianas, que dançam e fazem evoluções ao   som de instrumentos de percussão.
                               QUILOMBO – É uma luta entre pretos e brancos, mouros e cristãos, ora entre negros e índios.
                               CAVALHADA  – Desfile, corrida de cavalos e jogos das argolinhas, realizado em amplas praças próximas às igrejas.
FOLGUEDOS ALAGOANOS  RELIGIOSOS
                               MANÉ DO ROSÁRIO – Grupo de mulheres e homens mascarados que dançam, pulam e se requebram ao som da banda de pífanos.
                                BANDOS – Grupos de mascarados, uns a cavalo, outros a pé,  que fazem corridas pelo povoado anunciando com antecedência a festa de Santa Luzia.
 FOLGUEDOS ALAGOANOS CARNAVALESCOS
                               CAMBINDAS – São adaptações dos maracatus de nação oriundos de Pernambuco.
                               NEGRAS DA COSTA – Dança-cortejo, sem enredo ou drama, formada por homens vestidos com trajes convencionais de baianas que dançam ao som de ganzás e reco-reco.
                               SAMBA DE MATUTO – Dança-cortejo, sem enredo ou drama, na qual as cantigas dançadas fazem referência a santos católicos,  a espíritos das religiões afro-brasileiras e a cenas do cotidiano.
CABOCLINHOS – dança-cortejo, sem enredo ou drama, semelhantes aos baianais e samba-de-matuto,  na qual os personagens se trajam como nos reisados e cantam fazendo referência a caboclas, temas do cotidiano e de amor acompanhados por banda de pífanos.
                               BOI DE CARNAVAL – Sai às ruas durante o carnaval, fazendo pechincha de dinheiro, de bebidas ou vendendo o boi.
                               LA URSA – Grupo de carnavalescos que saem às ruas brincando com um urso feito de estopa e fibras naturais.
COBRA  JARARACA – Grupo constituídos de dez a quinze pessoas que, trajando shortes se lambuzam de tintas e pós e brincam durante o carnaval amarrados por uma corda.
                               BONECOS – Bonecos gigantes que possuem de dois a três metros de altura. O boneco é conduzido por um homem  dentro do seu interior.
                               TORÉ DE ÍNDIO – Toré é o verbo encarnado, elemento de ligação entre EI-UKA e os homens; corresponde a Jesus para os católicos.
                               TORE DE XANGÔ – De origem indígena, o toré é prática afro-brasileiro. É a reunião dos crentes com a finalidade de encontrar remédios para os doentes.
FOLGUEDOS ALAGOANOS  DANÇAS
                               SÃO GONÇALO – Dança ritual religioso destinada a pagar promessa.
                                COCO DE RODA – ( PAGODE , SAMBA) – Dança cantada, sendo acompanhada pela batida dos pés ou tropel.  Surgem nas festas juninas.
                               RODAS DE ADULTOS – Correspondem as cirandas de outros Estados brasileiros.
                                QUADRILHA – Celebração de um casamento matuto onde os noivos festejam com um forro ate o dia amanhecer.  Surgem nas festas juninas.
                               BANDA DE PÍFANO – (ESQUENTA  MULHER , CARABEBA, QUEBRA RESGUARDO,  PATA CHOCA) -  É um conjunto de dois  pifes de taboca, um bombo, um tambor,  uma caixa e um par de pratos, que  saem às ruas tocando nos festejos juninos.


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